Trata-se de preservar o “si mesmo” do homem, de dar lugar e reconhecimento para a vontade própria, ao invés de abrir-se para a vulgaridade do aprisco. O homem moderno teme a solidão porque se enojou de si mesmo e porque se desaprendeu de si e sente-se impotente quando está só, sem a explicação moral do todo, refém do instinto da obediência, sem a paz do rebanho, sem a resposta da massa, sem o pressuposto do bem-estar e da felicidade eterna. Giacóia (2002, p. 67)
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E me dói ver o quanto o rebanho é essencial na vida das pessoas.
E me dói olhar para alguém e nada ver de novo, de singular.
Esse estranhamento me dói.
Não sejamos tão normais.
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