O peso da felicidade
O peso das dúvidas
O peso das tristezas
O peso das palavras
O peso da inconstância
O peso da recusa
O peso da entrega.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
?
Cantar, dançar, me passar, olhar pro lado e ver sorriso e receber mimo.
Livre pra poder viver o infinito
Livre pra se permitir fazer o que não está no script. o que não é convencional.
Ruim ser prisioneiro e escravo do lado tenso.
Deixar de ser luz.
Livre pra adentrar todos os lugares desejados
.de mãos dadas.
Con(sentir)
Ser sim.
Passar as datas mais importantes do ano, da vida em par
Expandir o real sim.
(Sejamos não um, mas dois, três ou mais juntos.)
Quero ser um
Sozinha.
Tudo acontece por acaso
E o acaso é foda.
Só raras vezes ir e vir com receios.
Poder ouvir sim mais do que nãos.
Cansada do empecilho, do excesso de limites, do excesso de marcas entranhadas e estáticas.
Quero areia movediça
Envolvimento
Entrega sem disfarces.
Quero a mim.
domingo, 7 de agosto de 2011
gota.
Eu guardo em mim o medo
bem profundo que é pra ninguém perceber
não quero que todos saibam que tenho sonhos do infinito
não quero que todos percebam o que me desvia
não quero que descubram quando pulsa forte nas minhas veias
não sei o por quê.
Não me prometa o infinito
Eu negarei.
Descontrolada
sem noção do real
total percepção do ideal
caída duas vezes do pedestal
não quero o pedestal.
Poder
Eu nego.
lutar contra a direção contrária
quero, mas não suporto.
Extravasa pelos meus poros
extravasa pelo meu sorriso
extravasa nas minhas lágrimas
extravasa no meu sono
extravasa no meu encontro
e no meu desencontro.
corte profundo que não me curou
não foi profundo o suficiente pra tirar de mim o desejo
foi o suficiente apenas para fazer de meu coração moradia do medo
medo de tentar
medo de continuar querendo o que sempre quis
Eu nego.
Eu não quero.
me contento com o minuto da completude
com o minuto
a consciência.
desfaz a cada diferença
não é compatível com meu infinito
não é compatível com a minha mentira.
bem profundo que é pra ninguém perceber
não quero que todos saibam que tenho sonhos do infinito
não quero que todos percebam o que me desvia
não quero que descubram quando pulsa forte nas minhas veias
não sei o por quê.
Não me prometa o infinito
Eu negarei.
Descontrolada
sem noção do real
total percepção do ideal
caída duas vezes do pedestal
não quero o pedestal.
Poder
Eu nego.
lutar contra a direção contrária
quero, mas não suporto.
Extravasa pelos meus poros
extravasa pelo meu sorriso
extravasa nas minhas lágrimas
extravasa no meu sono
extravasa no meu encontro
e no meu desencontro.
corte profundo que não me curou
não foi profundo o suficiente pra tirar de mim o desejo
foi o suficiente apenas para fazer de meu coração moradia do medo
medo de tentar
medo de continuar querendo o que sempre quis
Eu nego.
Eu não quero.
me contento com o minuto da completude
com o minuto
a consciência.
desfaz a cada diferença
não é compatível com meu infinito
não é compatível com a minha mentira.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Eu ensino amor.
Permita-se, eu digo, seja livre dos conceitos alheios e encha o peito de verdades, sinta. E quando finalmente compreendem o que estou dizendo, compartilham isso com outra pessoa. Entregam meu amor, o amor que eu criei, para alguém mais simples e de riso fácil, que não se sente só no meio dos outros. Tudo bem, eu entendo. Porque é chato ficar perto de quem nunca se satisfaz. É cansativo lidar com tanta melancolia. Mas tem mais que isso dentro de mim. Tem um cansaço que só quer um colo pra se desfazer. É isso, minha cura é um abraço. Dois braços, um coração, e o que mais vier junto.
Trecho de "Atalho" de Verônica H.
Trecho de "Atalho" de Verônica H.
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