quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ano novo

e lá vamos nós pro início de mais uma década.

Quero menos hostilidade, menos futilidade
mais amor e mais humanidade!

Só.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O sono da mulher amada. Por Xico Sá

“Amar, além de muitas outras coisas, quer dizer deleitar-se na contemplação e na observação da pessoa amada”, sopra o velho escritor Alberto Moravia, sempre aqui na cabeceira.
Uma das melhores coisas da vida é observar a pessoa amada que dorme, entregue, para além dos pesadelos diários.
Como bem disse Antônio Maria, o grande cronista que aparece com ciúmes até da própria sombra no livro da Danuza, um homem e uma mulher jamais deveriam dormir ao mesmo tempo, embora invariavelmente juntos, para que não perdessem, um no outro, o primeiro carinho de que desperta.
Experimente você também, sensível leitora, ver o seu homem quando dorme. Há uma beleza nessa vigília que os tempos corridos de hoje não percebem.
Amar é… vê-lo(a) dormindo.
Cada mexidinha, cada gesto. O que sonha nesse exato momento? Tomara que seja comigo, você pensa, pois o amor também é egoísmo. Gaste pelo menos meia hora por semana nesse privilegiado observatório.
Psiuuuuu!
Ela dorme.
Mãozinha no ar, como se apanhasse pássaros, que coisa mais linda. Uns 23 minutos assim, mirei no rádio-relógio. A mão desce ao colchão, quase dormente, formigamentos. Coça o nariz. Põe a mãozinha direita entre as coxas.
Agora vira de lado, como os antigos LPs quando gastavam as seis músicas do A. E me abraça como nunca fosse partir, corpos viciados, almas em busca de um acerto.
Dorme, meu anjo.
Ela obedece.
Vigio o sono dela como um soldado zapatista. Como um cão zela o sangue do dono. Como se fosse um homem-exército e pronto.
Amar, no início era o verbo intransitivo da alemã professora de amor de Mario de Andrade. O idílio tem sobrevida, não como gênero, mas como vício, vício de amar. Amar de muito.
A mão desce agora sobre o meu peito, como se medisse meus batimentos. A mão direita volta para a arte de apanhar pássaros, que beleza, que diabos!
O ideal é que você, amiga leitora, durma do lado esquerdo da cama, o do coração, sempre. Mãozinha no ar catando pássaros. Até se acalmar de vez. Calmaria danada de horas, sem coreografias ou narrativas.
Sonha, sonha, sonha, minha menina.
Como é lindo a vigília ao sono dela.
Coça o nariz. Sussurra umas onomatopeiazinhas lindas de sonhos de besouros. Ela arruma os cabelos como algas, entorpeço num mergulho.
Observar o sono do(a) amado(a) é a melhor maneira de mapear a sua beleza. É a melhor maneira de conhecer o homem ou a mulher com quem dormimos.
E como são lindas aquelas marquinhas deixadas pelos lençóis no corpo dela. Um mapa de delírios! Melhor é lê-las como quem adivinha os sonhos e o futuro no fundo da xícara árabe ou nas cartas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Um presente nostálgico


Tô começando a sentir aquela nostalgia chata de fim de ano...

Lembrando das coisas pequenas, dos detalhes que me fizeram feliz

Das pessoas legais que conheci...

Foi um blues, foi um reggae, foi um forró, foi um som, foi a música que me tocou em momentos intocáveis

Foi o passado que se fez um presente

E o presente que se fez um presente

Foi um conhecer coisas novas e reviver coisas velhas... às vezes necessárias, às vezes contingentes..

Me jogar e ser, não ser, transcender

Fugir e se encontrar

As luzes já não me machucam tanto, hoje me fazem sorrir, não sei o por que(mas isso é bom).

É doce te ter... e não te ter

É foda me ter... e não me ter

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Me mostre o mundo

eu tenho sede de novidade

sábado, 30 de outubro de 2010

Fuga



Com o tempo
outras coisas passam a ser mais interessantes.
As outras coisas, que antes não eram, passam a ser responsabilidades... e as promessas se transformam em ausências.

Começa a adormecer. Daí então tudo vai mudando. A presença não se torna mais indispensável, e a ausência não mais desperta o desejo da presença.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

pratique o desapego

é clichê, mas o foda é que é o melhor a se fazer.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

No piloto automático.

Não tenho a intenção aqui de analisar cientificamente a questão do comportamento obsessivo. O que espero é provocar em você uma reflexão sobre o tema e fazê-lo compreender o quanto um comportamento com base na repetição e impulsividade pode ser danoso para todo tipo de relação.

Como todo vício – comer demais, lavar as mãos demais, machucar-se demais, comprar demais – amar demais também pode ser classificado dentro de um processo similar quando implica em dependência emocional. Amar demais está ligado a uma confusão de pensamentos e sentimentos que nos torna refém da relação e do outro.

Sem troca
Agimos de forma automática – pensando dar e amar demais –, quando, verdadeiramente, o que fazemos vai além e está totalmente voltado a controlar e cobrar demais. Vivemos com a sensação de que, se não fizermos pelo outro, se não agradarmos, elogiarmos, adularmos, amarmos todo o tempo – mesmo não recebendo nada em troca, mesmo não sendo amados de volta –, está tudo bem, está tudo normal!

Então, submetemo-nos e nos arrastamos. Fazemo-nos capachos.
Normal? Diria no mínimo complicado. No outro extremo, complexo e difícil ser diagnosticado e então curado.
Até porque, ao longo do tempo, além dessa sensação do medo que nos impede de mudar e desligar o piloto automático, misturamos esse comportamento com o ser SUPER.

Superdedicada(o), superamorosa(o), supergenerosa(o) – o que não condiz com a realidade, mas engana quem está por perto. Você já deve ter ouvido algo do tipo: ela é maravilhosa, está lá todo o tempo para ele, só ele não percebe o que está perdendo.

Será?
Quem vive nessa toada, além de escravizar-se – pois vive para e pelo outro como se fosse essa sua função na vida –, acaba também por provocar nesse outro uma grande repulsa.

No começo da relação, tudo bem, tudo lindo. Ao longo do tempo, tudo se torna insuportável. Afinal, ninguém agüenta tamanho foco, tamanha pressão? E, então, numa tentativa de se ver livre desse “polvo”, o outro se esquiva e, aí, tudo piora – porque aquele que ama demais irá, nesse momento, aumentar ainda mais seu tempo de DEDICAÇÃO TOTAL AO OUTRO…

E, então, num circulo vicioso, enquanto mais o outro foge, mais um corre atrás… Sofrimento, dor e final infeliz são a tônica da relação, que não acrescenta nada a um e outro.

Compulsão
Agora, se é difícil não poder continuar dando “amor distorcido” para o outro, imagine o que deve ser conviver consigo mesmo e com essa questão. Viver sem autocontrole, não saber a origem do problema, desconhecer a causa e – pior – não conseguir abrir mão desse padrão de comportamento…

Pois é, agimos de forma compulsiva quando nos deixamos levar por aquele impulso incontrolável, repetitivo e persistente – que nos faz agir de uma forma que não queremos ou aceitamos. É como se fossemos dominados por algo maior – nossos pensamentos, nossos medos, nossas angústias e, quando nos damos conta, lá estamos nós repetindo a mesma atitude e, por conseqüência – recebendo o mesmo tipo de resultado.

O comportamento compulsivo é consciente e se caracteriza pela freqüência excessiva com que acontece. Rapidamente transforma-se num hábito que, inconscientemente, está ligado a algum tipo de compensação que nem sempre conseguimos explicar. A questão é: acontece!

Como droga
Repetimos o mesmo comportamento mesmo quando mudam os personagens e, embora nos alivie num primeiro momento, como com uma droga qualquer – quando passa seu efeito nos sentimos mal por ter agido impulsivamente de novo. Ou seja: não aprendemos com nossos erros, não chegamos a um final feliz, não conseguimos nos libertar.

Tudo isso impacta os relacionamentos, acaba com a auto-estima e limita qualquer possibilidade de evolução. Estamos ocupados demais com essa confusão mental para investir em qualquer outra situação que gere angústia, ansiedade e dependência.

Sabemos que estamos assim, “doentes”, quando não paramos de ligar para o outro, não cansamos de enviar SMS, enchemos a caixa e emails com mais e mais recados, ligamos para dizer “eu te amo” o dia todo – sem muitas vezes nem saber o que é amor… Preparamos 1.000 surpresas, sufocamos… Somos over. Somos insuportáveis e o outro, bem, o outro não agüenta.

Mudar é possível mas demanda muito autoconhecimento. Escolhas, sempre escolhas.


Por Sandra Maia

sábado, 16 de outubro de 2010

no fim...

todo carnaval tem seu fim.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ele tá certo

Meu pai vive dizendo que a vida é uma escola, o único problema é que a gente não se forma nunca.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

############

hj senti dores no coração, na cabeça, no ambiente fora de mim,
hj senti dor ao ouvir o canto dos pássaros, ao sentir o clima frio do amanhecer.
estranho, pq logo agora, no depois, mas no mesmo.
sem explicação, mas, com tudo já revelado por trás
marcas
do fim, do começo
do 7 de setembro que proclamou a minha dependência.

acabou e não acabou
que louco
que coerente.

sábado, 4 de setembro de 2010

Quer ser meu amigo?


Já dizia Nietzsche: "As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física"... daí então vem a indagação que todo mundo faz: é ou não é possível ter um amigo do sexo oposto.
Eu acredito plenamente que é possível sim! Mas, como disse Nietzsche a atração física deve ser inexistente, pq do contrário já vira outra coisa...
Amizade transcende, suporta, acolhe, ensina, perdoa, divide.
Então por que abrir mão de algo tão massa pq os outros acham estranho.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

tudo pra mim.

Pode não parecer,
mas é sim, tudo pra mim.
força, determinação, verdade.
Não me deixe só, eu tenho medo de não te ter.
Quero você pra sempre, como quando era criança.
Quero você.
Fefé, você é sem dúvidas meu amor maior.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

fora do que há.

Já passou do tempo, já não faz mais sentido.
Já cansei e acho desnecessário.
Repete, dá vontade de ausência.
Dá vontade de não mais.
E é estranho como parece fim e começo ao mesmo tempo.
Precisa acabar.
Precisa começar.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

.

Odeio esse medo de morrer que impede de viver

quinta-feira, 29 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Paranóia.

Paranóia é um termo utilizado por especialistas em saúde metal para descrever desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou injustificada. A palavra é freqüentemente utilizada na conversação cotidiana, em geral em momentos de rancor e de forma incorreta. Simples desconfiança não é paranóia - especialmente se fundamentada em experiência passada ou em expectativas baseadas na experiência alheia. A paranóia pode ser discreta e a pessoa afetada ser razoavelmente bem ajustada socialmente ou pode ser tão grave que o indivíduo se tora incapacitado. Às vezes o diagnóstico é difícil, já que muitos distúrbios psiquiátricos são acompanhados de alguma característica paranóide. As paranóias podem ser classificadas em três categorias principais: distúrbio paranóide de personalidade, distúrbio delirante paranóide e esquizofrenia paranóide.



segunda-feira, 26 de julho de 2010

Real e cotidiano

Francisco das Chagas de Oliveira Sousa, 37, estava há pelo menos meia hora abraçado ao corpo do filho, o adolescente Bruce Cristian de Sousa Oliveira, 14. Cristian estava morto, mas é como se o pai acreditasse que a morte é algo reversível. O menino havia sido baleado há pouco por Yuri Silveira, policial do programa Ronda do Quarteirão. O crime foi cometido no final da tarde de ontem, no cruzamento da avenida Desembargador Moreira com Padre Valdevino. Pai e filho voltavam para casa numa moto quando, segundo a Polícia Militar, teriam sido abordados por uma viatura.

Francisco foi obrigado a se desvencilhar do corpo do filho quando peritos criminais chegaram ao local. Ele se ergueu lentamente e caminhou até a calçada. Num canto de parede, deixou-se ficar. Sujo de sangue, foi limpo com toalhas e água por irmãs vicentinas da Casa Provincial das Filhas da Caridade, que haviam interrompido a rotina de orações quando ouviram um estampido bem alto: era o tiro que matou o menino.



http://opovo.uol.com.br/app/o-povo/fortaleza/2010/07/26/interna_fortaleza,2023966/tiraram-a-vida-de-um-inocente.shtml

terça-feira, 20 de julho de 2010

impasses do humano..

Você não é amado por que você é bom,
mas, você é bom por que é amado.

(Nelson Mandela)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Faz ser leve...

Chocolate pra fazer sorrir
Sorriso pra descontrair
Música pra colorir
Abraço pra sentir
Toque pra abstrair

terça-feira, 6 de julho de 2010

Kerla,

seja bem-vinda ao mundo das pessoas-máquinas...



... e se acostume!

domingo, 4 de julho de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Hoje é dia de São João!



e eu não podia deixar passar em branco!
Época junina pra mim lembra alegria...
Não pelo santo, mas pelas festas, pela comida, as danças......

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Não sei.




até quando irão me acusar de amar sem limites.
até quando irão cobrar de mim imparcialidade, frieza.
não sei até quando.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores...


...Que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores!

Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção
No que meu irmão ouve
E como uma segunda pele
Um calo, uma casca
Uma cápsula protetora
Ai, Eu quero chegar antes
Prá sinalizar
O estar de cada coisa
Filtrar seus graus...

Eu ando pelo mundo
Divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome
Nos meninos que têm fome...

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm
Para quê?
As crianças correm
Para onde?
Transito entre dois lados
De um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo
Me mostro
Eu canto para quem?

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela? Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Devemos mesmo, é procurar a pessoa errada!

Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia
e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.

Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas,
faz as coisas certas, mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor…
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar

que é pra na hora que vocês se encontrarem
a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.

Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo,
porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo…
E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: “Graças à Deus deu tudo certo”
Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra
gente…

Luis Fernando Veríssimo.


domingo, 6 de junho de 2010

Ela não entende



e maltrata
e julga
e diz não
...
Feche os olhos
Abra a alma
Me dê a mão
Acenda a luz...
Aquela luz.

terça-feira, 1 de junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Eu tenho medo.


Medo é um sentimento universal. Pode ser definido como uma sensação de que você corre perigo, de que algo de muito ruim está para acontecer, em geral acompanhado de sintomas físicos que incomodam bastante. Quando esse medo é desproporcional à ameaça, por definição irracional, com fortíssimos sinais de perigo, e também seguido de evitação das situações causadoras de medo, é chamado de fobia. A fobia na verdade é uma crise de pânico desencadeada em situações específicas. Existem três tipos básicos de fobias, que são:
  • A agorafobia (literalmente, medo da ágora, as praças de mercado - o nome é muito antigo) que é o medo generalizado de lugares ou situações aonde possa ser difícil ou embaraçoso escapar ou então aonde o auxílio pode não estar disponível. Isso inclui estar fora de casa desacompanhado, no meio de multidões ou preso numa fila, ou ainda viajar desacompanhado
  • A fobia social, quando a pessoa tem um medo acentuado e persistente de "passar vergonha" na frente de outros, muitas vezes por temor de que as outras pessoas percebam seus sinais de ansiedade. Ela pode ser específica para uma situação (por exemplo assinar cheques ou escrever na frente dos outros) ou generalizada (por exemplo participar de pequenos grupos, iniciar ou manter conversação, ter encontros românticos, falar com figuras de autoridade, etc.)
  • E as fobias específicas, quando o medo acentuado e persistente é na presença (ou simples antecipação) de coisas como voar, tomar injeção, ver sangue, altura. Ou ainda o medo específico de elevador, dirigir ou permanecer em locais fechados como túneis ou congestionamentos.




terça-feira, 25 de maio de 2010

África dos meus sonhos...

Sempre tive vontade de conhecer a África.
A músicas, as danças, as cores, os temperos....

E o acaso é tão louco.. que não me levou até ela, mas a trouxe até mim!
...esse acaso me fez conhecer o crioulo (lindo de se ouvir), as cores, os tecidos..
comi o atum, o "biscoito de passarinho", tomei malta... e tudo direto de Cabo Verde. :)
vi as danças.. o Kuduro, o Zouk, o Funaná...
ouvi a música do Orlando Pantera, Lura, Mayra...
...

Ah... ía esquecendo de dizer:
Hoje é dia da ÁFRICA!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Now.

- Onde você está?
- Aqui
- Que horas são?
- Agora
- O que você é?
- Esse momento!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sorri pra mim...

e diz que vai ficar tudo bem!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Devaneios II

livro - perfeito
campo - futebol
luva - mão
refrigerante - horrivel
pão - gostoso
riso - legal
tartaruga - ninja
escola - aulas
beijo - intenso
rato - canguru
queijo - bom
naruto - desenho
oculos - agora
tato - suave
kerla- carinho
renato - brother
lara - academia
mãe - chamego
ufc - inspiração
cd - melhores

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Devaneios I

tv - distração
cinema - bom
livro - gostoso
ônibus - legal
dia - aproveito
noite - massa
casa - pressão
olhos - puxados
boca - sorriso
nariz - forma
sexo - masculino
amizade - fuga
tristeza - necessária
solidão - passageira
carência - longe
carinho - muito
chamego - eu
Fael - lindo
outros - instigantes
fim - não
começo - sempre
nada - nunca
algo - prazer
descoberta - essencial
estudar - riqueza
ler - além
lazer - parte
casamento - não
filhos - distante
metade - completar
amar - tudo

domingo, 2 de maio de 2010

O Chapeleiro Maluco...


Chapeleiro: - Eu acho que estou ficando maluco.
Alice: - Você é completamente maluco... mas vou te contar um segredo: "As melhores pessoas do mundo são malucas"

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Descrição de uma suicida.

Ela está deitada em sua cama. Como sempre costuma fazer. Principalmente nas amargas e demoradas tardes de domingo.É tudo sempre igual. Mesma casa. Mesma família. As mesmas brigas, sempre pelos mesmos motivos. Os mesmos amigos falsos. E sempre os mesmos amores medíocres e decepcionantes. A mesma escola. A mesma rua. Só não a mesma menina pura e inocente de alguns anos atrás.
Agora com 17 anos. Uma menina bonita, a que todos os homens desejam. Cabelos negros, pele bronzeada. Um corpo com curvas perfeitas e perigosas. Olhos pequenos e uma boca bem desenhada. Olhar sedutor. Ela sabe como conquistar qualquer um.
Só não sabe os perigos da sua mente. Não os entende. Dois mundos se chocam em sua cabeça. Pensa em tudo, ao mesmo tempo não pensa em nada. Sente amor e ódio pela mesma pessoa. Ela chora e ri. Acha que vai ficar louca. Ela apenas sofre por algo que não sabe exatamente.
Seus neurônios não aguentam mais. Ela chora. Ela começa a se cortar. Devagar. Atenta a cada gota de sangue que sai de sua pele e toca o chão sujo. Aquela dor se torna insignificante. Ela agora se sente mais calma e sorri. Mas não está completamente satisfeita. Precisa de algo mais. Algo que a tire da realidade, da rotina, da amargura, algo doce e suave como a morte. Ela então corta os pulsos. Sabe que vai demorar pra morrer, mas não importa. Ela quer sentir cada minuto daquela doce e tão desejada morte. Então ela se sente feliz, como nunca sentira antes. E tudo aquilo parece estar levando-a ao céu. Ela fecha os olhos e sorri. Chegou a tão sonhada hora.

Texto escrito em 13/09/2004 por uma amiga louca com um potencial suicída.

domingo, 18 de abril de 2010

Liberta-te do rebanho.

Trata-se de preservar o “si mesmo” do homem, de dar lugar e reconhecimento para a vontade própria, ao invés de abrir-se para a vulgaridade do aprisco. O homem moderno teme a solidão porque se enojou de si mesmo e porque se desaprendeu de si e sente-se impotente quando está só, sem a explicação moral do todo, refém do instinto da obediência, sem a paz do rebanho, sem a resposta da massa, sem o pressuposto do bem-estar e da felicidade eterna.
Giacóia (2002, p. 67)


...

E me dói ver o quanto o rebanho é essencial na vida das pessoas.
E me dói olhar para alguém e nada ver de novo, de singular.
Esse estranhamento me dói.
Não sejamos tão normais.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ata, Ata, Ata....


A melhor fruta do MUNDO... tem sabor de infância... sabor do meu amado Tururu... sabor de quero mais!
Um presente do meu pai, foi o pé de ata no nosso quintal...

terça-feira, 13 de abril de 2010

EU SOU EGOÍSTA!

Se você acha que tem pouca sorte
Se lhe preocupa a doença ou a morte
Se você sente receio do inferno
Do fogo eterno, de Deus, do mal
Eu sou estrela no abismo do espaço
O que eu quero é o que eu penso e o que eu faço
Onde eu tô não há bicho-papão
Eu vou sempre avante no nada infinito
Flamejando meu rock, o meu grito
Minha espada é a guitarra na mão

Se o que você quer em sua vida é só paz
Muitas doçuras, seu nome em cartaz
E fica arretado se o açúcar demora
E você chora, cê reza, cê pede... implora...
Enquanto eu provo sempre o vinagre e o vinho
Eu quero é ter tentação no caminho
Pois o homem é o exercício que faz
Eu sei... sei que o mais puro gosto do mel
É apenas defeito do fel
E que a guerra é produto da paz

O que eu como a prato pleno
Bem pode ser o seu veneno
Mas como vai você saber... sem provar?

Se você acha o que eu digo fascista
Mista, simplista ou anti-socialista
Eu admito, você tá na pista
Eu sou ista, eu sou ego
Eu sou egoísta, eu sou,
Por que não...???

Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Fingir não é bom.

"Uma coisa que as pessoas não entendem é que a aceleração pode ser tão paralisante quanto a depressão. Por exemplo, se eu pegar um trem para passear no interior da Itália, na Toscana, e ele não sair do lugar, não vou ver nada. Isso seria depressão. Se eu pegar o trem e em vez de ele andar a vinte , trinta quilômetros por hora, for um TGV (trem mais rápido do mundo) e correr a 220 por hora , também não vou ver nada. É como se eu tivesse ficado parado na estação. No entanto eu fiz o percurso todo, mas fui muito rápido. Então não consegui metabolizar nada, não consegui ver nada. O meio-termo é necessário, e até um pouco de depressão, para você realizar um poema, uma música..." (trecho retirado do livro: Não sou uma só: Diário de uma bipolar)

domingo, 11 de abril de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

Uma arte.


Não é difícil aprender a arte de perder
tantas coisas parecem feitas com o molde
da perda que sua perda não traz desastre.

Perca algo todos os dias. Aceite o susto
de perder chaves, de perder tempo.
Não é difícil aprender a arte de perder.

Depois pratique perder mais rápido mil outras coisas:
lugares, nomes, onde planejou suas férias.
Nenhuma perda trará desastre.

Perdi o relógio de minha mãe.
A última, ou a penúltima, de minhas casas queridas.
Não é difícil aprender a arte de perder.

Perdi duas cidades, entes queridos.
Pior, perdi alguns reinos, dois rios, um continente.
Perdê-los trouxe saudade, mas não desastre.

- Até perder você (a voz que ri, os gestos que amo).
Não posso mentir: não é difícil.
Não é difícil aprender a arte de perder.
por mais que a perda - anote isto! pareça desastre.

Elisabeth Bishop

sexta-feira, 9 de abril de 2010

E um dia você vai ver...

que ninguém é melhor do que você...
que ninguém se compara a você...
que ninguém é tão lindo e tão singular quanto você...
Príncipe, Gentleman!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Foi que já é.

Amanhã,
quando eu não mais te amar
não te direi que não te amei
não te direi que não senti
não te direi que não existiu...
Porque existiu!
Me desculpe, mas não foi engano...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

-Quando você foi embora, fez-se noite em meu viver...


"Estou falando do fim de um relacionamento amoroso muito forte, muito bonito, muito importante. Justamente daqueles que nos parecem eternos. Fim que veio de fora e não de dentro de mim e, sobretudo, à minha total revalia. O mais doloroso de tudo era a saudade do que vivera enquanto esse amor durou e me encantou, renovando minha vida e ressuscitando meu corpo."

domingo, 4 de abril de 2010

Aquela Singular.

Difícil. Fácil. Novo. Velho.

Hoje. Ontem. Amanhã. Amanhã?

Igual. Diferente.

É o se deixar levar.

Pelo vento, pelo outro, por si mesmo.

Se prender a algo seu. Só seu. Fugir em si mesmo.

E ser feliz. Feliz viver.

...

Não esqueço da expressão do rosto dela.

Com o cigarro e o Whisky que tanto gosta.

E toda uma classe. Hipnotizante. Instigante. Apaixonante.

Singular. Encontrei outra Singular em meio a tantos Plurais.

Chorou. Deu o último trago. E falou.

E filosofou.

E desabafou.

A felicidade confundida.

A supervalorização do ser feliz.

As consequências do conhecimento.

Os prazeres da ignorância.

A dor e o prazer de Existir. E de Resistir.

Ser. Não-Ser. Eis a “sugestão”

O Outro.

O Outro.

O Outro.

O Outro sou Eu.

Eu.

Eu.

Eu.

E esse quem será?